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18/03/2014

Quando devo ir ao RH?

Como resultado da falta de informação clara, segundo o diretor de RH da Logus Consultoria, Rogério Shyakawa, grande parte dos funcionários se distancia do RH e acaba concentrando todas as dúvidas e desentendimentos, a maioria das vezes, apenas em seus respectivos gestores.

“Entre os trabalhadores há um mito de que o RH é uma extensão da autoridade do presidente da empresa, ou ainda, aquele setor que só tira seu tempo produtivo quando oferece um treinamento de vez em quando e pede algumas avaliações. Além disso, por questões de desavença com o pagamento de salário, por exemplo, é comum já haver uma rixa em relação à área, pois é ela que lida com a parte burocrática do dinheiro”, explica Shyakawa.

De fato, para o diretor, falta investimento por parte das companhias em desmitificar o que realmente acontece dentro do RH e quando os colaboradores devem se sentir à vontade para procurar o departamento. “É importante para o colaborador entender que o gestor é, idealmente, seu primeiro ponto de contato caso ocorra alguma adversidade, mas se sentir que a ajuda não foi suficiente, ele deve ter a segurança de procurar uma perspectiva organizacional maior sobre políticas/práticas no RH”, afirma.

É hora de procurar o RH

Shyakawa citou as principais situações onde os profissionais costumam recorrer ao RH das corporações:

• Para obter informações sobre as políticas, processos e benefícios:
 o RH é o guardião de todas as práticas e regulamentos vigentes dentro da empresa.

• Para entender como avaliações de desempenho e remuneração são decididas:
 lembre-se que um profissional de Recursos Humanos jamais dará qualquer informação sobre pessoas em cargos específicos, porém é permitido explicar como funcionam os métodos para promoção, plano de carreira, etc. A quantidade de informação que pode ser compartilhada varia de empresa para empresa e o departamento seguirá os termos internos de confidencialidade.

• Quando precisar de uma mudança em sua situação de trabalho:
 os exemplos incluem transferência interna de área, mudança para outra filial da companhia, dentre outros.

• Em casos de violação das políticas internas:
 se você for vítima ou testemunha de algum ato de violação, consulte o manual do funcionário ou código de conduta da empresa. Qualquer transgressão dos termos estabelecidos pode ser levada ao conhecimento do RH, que vai investigar e ajudar a recolher provas suficientes para as suas alegações. Exemplos incluem negação de pedidos de férias válidas, favoritismo, etc.

• Se você notar uma prática ilegal
: o exercício indevido em relação ao modelo de negócios da organização pode levar, inclusive, à demissão por justa causa. O RH, que trabalha em estreita colaboração com a equipe jurídica na maioria das companhias, vai averiguar a sua denúncia.

*Esta matéria  foi publicada no Site da Catho


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