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25/10/2012

O outro lado de um programa de sucessão

Desenvolver profissionais à altura daqueles ocupam posições chaves no negócio e que um dia podem por um motivo ou outro sair, ou se aposentar é o desafio de um bom plano de sucessão. Além de analisar os cenários: profissionais da casa ou alguém do mercado, os objetivos gerais continuam sendo encontrar alguém que esteja alinhado com os propósitos da companhia e engajado para aprender o que a posição exige.

Aqui se propõe olhar o outro lado da moeda: além das atenções voltadas para aquele talento em potencial, que tal olhar atentamente aquele que está saindo, principalmente pelo fato de que quem irá se aposentar pode não ter muito claro em sua cabeça que este é um momento de usufruto de atividades prazerosas, ou de até novos desafios. É comum nesta nova fase ocorrer algumas crises devido ao fato da pessoa estar totalmente acostumada a trabalhar. Pensando nisso, a sugestão é: empresas pensem e desenvolvam programas focados na preparação e direcionamento daqueles que estão para se aposentar.

Justamente visando compensar este lado, algumas empresas aderem a Programas de Preparação para a Aposentadoria. Laércio Tomé, hoje aposentado, trabalhou em uma instituição financeira, onde participou de um plano de pré-aposentadoria que a empresa oferecia, “este plano consistia na abordagem de alguns tópicos: promoção da saúde, alimentação, atividade física, saúde financeira, projeto de vida, redimensionamento do tempo livre, previdência privada e autodesenvolvimento”, explica Laércio.

O programa consistia em aulas e discussões acerca de temas como nutrição, lazer, planejamento financeiro e até atividade intelectual. Além de todo esse planejamento, ainda havia a preparação psicológica para estes profissionais, o que ajuda muito na introdução e a aceitação de uma nova rotina.

Todos ganham

Apesar dos ganhos obtidos para os profissionais, você pode estar se perguntando o porquê desenvolver um plano de pré-aposentadoria e quais os ganhos que isto pode render. É simples, visto que estes programas são verdadeiras ferramentas gerenciais para as organizações. Inicialmente por cativar aqueles profissionais que estão se aposentando, que por se sentirem valorizados continuam por manter seu desempenho e produtividade. Além desse ganho também existe o contraponto dos demais profissionais que sempre observam as atitudes do empregador, se existe um respeito e uma atenção diferenciada, consequentemente haverá um vínculo mais forte na relação de trabalho. É uma forma de estreitar os laços e fazer com que o profissional considere duas vezes antes de pensar em sair da empresa acolhedora.

“A importância que o programa de aposentadoria teve em minha vida é ter clarificado alguns assuntos essenciais, como a preocupação com a saúde física e intelectual”, conta Laércio, sempre ressaltando o quão importante é a preparação e qualificação para o “pós trabalho”.

A compreensão dos anseios, apoio nos projetos e expectativas do futuro daquele que deixará o cargo pode evitar inclusive “boicotes” nos poderosos programas de sucessão e talentos: sendo bem amparados e respeitados no momento da saída as chances de não fazer o treinamento correto e não passar os devidos conhecimentos são mínimas.

*Equipe de conteúdo ProPay.

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