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08/11/2012

Melhor do que tratar é evitar

O foco em saúde atualmente virou um ponto estratégico nas empresas. Doenças apenas geram custos, elevam a sinistralidade nos planos de saúde e ainda interferem na produtividade do profissional deixando-a abaixo do esperado.

Para delimitar tais custos, toda e qualquer empresa precisa ter programas voltados a promoção de saúde, é o conselho que o Secretário da Saúde do Estado de São Paulo deu no último dia 30 no evento Encontros de Saúde Corporativa promovido pela CPH Health, “temos que mudar o foco, ao invés de falar de doenças vamos falar mais de saúde, esse é o aspecto da promoção da saúde. Muito melhor do que tratar as doenças é evitar que as pessoas fiquem doentes, queremos mudar isso na saúde publica do Estado com programas de promoção e prevenção. O projeto da Secretária da Saúde para 2013 é reunir programas de promoção da saúde e criar outros debaixo do mesmo guarda chuva, e que isso envolva a Secretária do Esporte”  afirma o secretário, que também considera mudanças no Estado de São Paulo.

Saber e educar

Saber dos custos exatos que a organização tem com profissionais doentes contribui para a tomada de decisões com o intuito de eliminar qualquer despesa decorrente de doenças. De acordo com Esteven Aldana presidente da empresa americana Wellsteps e também participante do evento Encontros de Saúde Corporativa, o número de profissionais com problemas de saúde são muito elevados, 95% desses problemas são consequências de maus hábitos e comportamentos inadequados, os outros 5% são por motivos hereditários.

Desta forma a população da empresa precisa ser educada para que comportamentos impróprios não sejam comuns. Obesidade, sedentarismo e tabagismo são exemplos de condutas que podem ser conduzidas habilmente e podem ter influências de programas de RH.

Outro problema que também atrai atenções são os altos números de absenteísmo e presenteísmo. O absenteísmo (ausência física do profissional) gera custos de 6% às empresas, e pode comprometer a configuração da organização, já que o profissional não comparece ao trabalho, mas mesmo assim ganha sua remuneração, além disso, ainda tem o fator da produtividade que por sua vez também é comprometida.
Já o presenteísmo (presença física, porém ausência de concentração e produtividade) só nos Estados Unidos representa expressivos 60% dos gastos com os profissionais e segundo Aldana é o mais difícil de ser tratado por existir uma relutância por parte dos próprios funcionários.

Aqui no Brasil os gastos com o presenteísmo se aproximam dos 42 bilhões de dólares, conforme revelou um levantamento realizado pelo ISMA-BR (International Stress Management Association). Esses números evidenciam que o assunto também deve ser sanado no país.

Baseando-se nessa relação de custos, é necessário que haja ações que promovam a saúde e abortem qualquer vestígio de doença projetando um panorama saudável para a empresa. Com a alteração deste quadro, a empresa reduz os custos com a saúde comprometida dos profissionais e estes estando saudáveis produzem mais.

*Equipe de conteúdo ProPay

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