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16/05/2013

Seus profissionais são engajados, desengajados ou não engajados?

Um profissional engajado veste a camisa, sente que seu trabalho contribui para o desenvolvimento do negócio, faz as tarefas pensando na equipe e sempre está disposto a ajudar. Este espírito de engajamento só existe quando o líder aproveita o sentimento de comprometimento deste profissional e o direciona. O problema é que, nem sempre, o gestor consegue percebê-lo e se vê em um divã: como identificar quem é o engajado e o desengajado? O consultor da Entheusiasmos, Eduardo Carmello, explica como descobrir e mudar este perfil.

O primeiro passo: observação
“Um funcionário engajado entrega bem e transmite grande disposição, é pró-ativo, pratica os valores da empresa, sugere melhorias e tem capacidade de execução superior do que os demais colegas de trabalho”, explica Carmello. Já o profissional desengajado, segundo o consultor, entrega bem, mas transmite imparcialidade na execução das tarefas. “Ele é coativo, faze bem apenas o que está sob sua responsabilidade e precisa de acompanhamento e apoio contínuo. Seu engajamento vai depender do treinamento periódico oferecido a ele”. 

O profissional não engajado, por sua vez, é o perfil mais complicado para se trabalhar. “Ele sempre entrega abaixo do esperado, transmite pouca disposição e é pouco compromissado com a entrega e o cumprimento dos prazos”, afirma Eduardo. Este profissional é marcado também pelo pouco interesse em se aprimorar e melhorar seu desempenho profissional e, quando questionado, sempre aponta problemas e se justifica.

Trate-os como indivíduos
Eduardo Carmello ensina que o gestor não deve tratar os profissionais da empresa de forma uníssona, mas a cada um segundo o seu perfil. “O líder precisa se relacionar com seus liderados e desenvolvê-los de forma singular, já que possuem necessidades, carências e talentos distintos”. 

Para transformar um profissional desengajado em engajado, Eduardo sugere que o líder “esclareça a intenção de retê-lo, reconheça e demonstre especificamente o que está fazendo bem e pontue as oportunidades de melhoria”. Para o não engajado, é necessário verificar a promessa e descrever o que foi observado, em um acompanhamento mais próximo. “Informe os impactos negativos da não entrega, esclareça e prescreva o que precisa ser feito e, com calma, objetividade e clareza comunique as consequências do baixo desempenho deste profissional”, diz.

Mas não pense que o engajado merece menos atenção que os outros. O risco de perdê-lo é ainda maior, pois ele pode se frustrar com a equipe e decidir mudar de empresa. “O engajado precisa de um tratamento diferenciado para permanecer em alta performance e não se sentir prejudicado com colegas de baixo desempenho. A sugestão aqui é que o líder esclareça a direção e o propósito, agradeça pelo desempenho superior deste individuo e seja específico no reconhecimento. Se necessário reconhecendo frente a equipe”, finaliza. 

*Por Layla comunicação

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