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29/05/2013

RH Rio reúne pensadores e profissionais renomados para ensinar como ter um negócio com alma.

 

Realizado nos dias 22 e 23 de maio, o RH Rio 2013 reuniu profissionais e pensadores renomados da área de recursos humanos para discutir, de diversas formas, a importância de pensar com a alma nos negócios e proporcionar um maior engajamento dos colaboradores em suas empresas. Com o tema "Negócios com Alma: criando uma Nova Economia", foram compartilhadas no Congresso as boas práticas e tendências de companhias que conseguem transmitir em seus valores a inclusão, o respeito, a sinergia (trabalho em equipe) e a colaboração (o sentir parte do negócio e fazer a diferença). 

Dividido em quatro ambientes mais a Feira de Negócios, os participantes tiveram a oportunidade de ouvir profissionais de todo o país para responderem algumas das provocações do RH Rio: “Quais são os principais dilemas e desafios da Nova Organização e dos profissionais ligados à Gestão de Pessoas? Quais os exemplos já existentes que podem ser modelos inspiradores para empresas e profissionais? De que forma o Rio de Janeiro pode se configurar como um exemplo de Estado pioneiro em práticas organizacionais mais humanas, sustentáveis e ao mesmo tempo exitosas?”

Negócios com alma
Para ter um negócio com alma, com profissionais que vistam a camisa e que, além disso, contribuam para o crescimento, posicionamento e lucros da empresa depende, segundo a ex-senadora Marina Silva - primeira painelista do evento - de uma inclusão social adequada e entendível nas companhias. “Não podemos nos nomear como uma sociedade plural se não assumirmos de forma integral o direito à diversidade, se não considerarmos as pessoas com deficiência e se não tivermos políticas que abracem a diversidade de direitos e necessidades destas pessoas”, disse, ao reforçar que as empresas deveriam ter políticas melhores de inclusão já que há tanta disputa por talentos.

Os temas mais recorrentes no Congresso foram os relacionados à gestão de saúde nas empresas, mudanças organizacionais, programas de retenção e desenvolvimento de talentos e política de remuneração, cargos e salários “Precisamos desenvolver pessoas que sintam-se parte do negócio. Que tenham orgulho em trabalhar na empresa e que se identifiquem com as práticas do negócios e os valores da companhia”, acredita Raissa Lumack, vice-presidente de RH da Coca-Cola, que em sua palestra no RH Rio destacou o programa “Coletivo Coca-Cola” como um forma de identificar novos talentos em comunidades carentes e desenvolver estes profissionais dentro e fora da empresa. “Temos parceiros estratégicos que contribuem na formação destes jovens e na promoção de uma carreira profissional sustentável onde existe uma troca mútua entre empregado e empregador”. 

Durante o evento, houve também a Feira de Negócios, excelente para quem pretendia conhecer mais da área, práticas e tendências. “Gostei bastante do Congresso. Sou analista há um pouco mais de cinco anos e entendo que mais do que reciclagem, o RH Rio proporciona aos profissionais uma formação específica levando para nossas empresas idéias e estratégias que não havíamos pensado ainda”, relatou Joana de Oliveira, analista de RH de uma multinacional de varejo. Questionada sobre qual o maior desafio que sua empresa apresenta, ela foi enfática “reter talentos por muito tempo”. 

Entre as empresas presentes, estavam Amil, Vagas, Lg Sistemas, PSA Peugeot Citroen, FGV, Casa&Vídeo, L’oreal, Ligth e Man Latin América Ind.

*Assessoria de Imprensa Layla Comunicação 

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