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23/10/2013

Problemas de saúde bucal aumentam risco de outras doenças

Escovar os dentes, a língua, usar enxaguante e fio dental são alguns cuidados que podem manter em dia a saúde da boca e também evitar que micro-organismos que estão na boca proliferem e se espalhem para outros órgãos. “Pessoas com doenças bucais se acham mais predispostas a doenças das artérias coronárias e podem acelerar condições cardíacas pré-existentes,” alerta Dr. Rui Oliveira, diretor do Centro de Excelência no tratamento da Halitose.”

Uma das teorias para explicar como provocam doenças cardíacas é que os micro-organismos entram na corrente circulatória, principalmente quando há sangramento da gengiva, e se ligam às placas de gordura nas artérias coronárias, contribuindo para a formação de coágulos. “Outra possibilidade é de que a presença das bactérias periodontopatogênicas na parede das artérias possa contribuir para edema das paredes”, explica Dr. Rui.

As bactérias que crescem na cavidade bucal também podem ser aspiradas para dentro dos pulmões e provocar doenças respiratórias, como pneumonia, asma e bronquite.

Mais recentemente tem sido encontrados micro-organismos da boca nas articulações de pacientes com artrite reumatóide. Têm influencia também na osteoporose e pode piorar o quadro de diabetes. A presença da saburra lingual pode ocasionar amidalites frequente e doenças do trato respiratório.

Como a bactéria H pillory é a principal causadora de problemas gástricos e também é encontrada na saburra lingual, sua eliminação pode ajudar a melhorar na diminuição de doenças como gastrites.

A saburra que se forma na língua é um grave problema da cavidade oral que pode ser facilmente resolvido com a limpeza da língua. O acúmulo de micro-organismos na língua é visível – forma uma placa amarelada – e a ação direta deles ou das toxinas formadas por eles podem causar os problemas relacionados acima.

A redução do fluxo da saliva pode piorar esse acúmulo e mais de 30% da população tem essa diminuição. Nas pessoas acima de 65 anos, a hiposalivação pode chegar a 85%. “A retirada desse foco é uma medida simples e de baixo custo, mas de muita repercussão para a saúde, “conclui o especialista.

*Esta matéria foi publicada no site Saúde da Abril 

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