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29/08/2012

Por que terceirizar o operacional do RH?

O engajamento estratégico é apontado, cada vez mais, como o principal objetivo de Recursos Humanos nas organizações. Para manter o foco em desenvolvimento de pessoas e retenção de talentos, uma das saídas encontradas pelas empresas é a terceirização das atividades relacionadas à legislação trabalhista e departamento pessoal.

Ações como folha de pagamento, registro de funcionários, pagamento de encargos e tributos, são consideradas rotineiras, facilmente mensuráveis e sofrem poucas variações. Assim, a empresa não precisa de uma equipe focada na operação, deslocando-as para ações mais estratégicas de RH. “No DP, depois que é feito o recrutamento e seleção de profissionais, existe a atividade de cadastrar estes novos funcionários, registrar carteira profissional, gerar holerite etc. Essas funções podem ser executadas por terceiros, porém, por empresas comprometidas, pois esse tipo de trabalho deve ser executado muito bem. Do contrário, pode gerar danos irreversíveis para a organização. Não cumprir com a folha de pagamento, por exemplo, pode ter um impacto muito negativo para o clima da empresa”, atesta Sandra Lucena, diretora de RH, Marketing e Novos Negócios da ProPay, consultoria terceirizadora de Folha de Pagamento e Gestão de Benefícios.

Quando se fala em questões como avaliação de competências e processos seletivos, a participação dos membros efetivos da empresa é essencial (conhecem a realidade e a cultura organizacional), portanto, é uma manobra estratégica que exige pessoas mais engajadas com o negócio da companhia. “Para o RH ser estratégico, a empresa deve ter a consciência de sua posição no mercado e decidir seus objetivos. O papel do RH estratégico é engajar e preparar pessoas para que estas atinjam os resultados da organização, então, a execução de atividades operacionais podem tirar o foco das principais metas da empresa”, Luiz Claudio Binato, aponta o CEO da INSTIAD (Instituto de Administração), organização dedicada ao Desenvolvimento Humano & Organizacional, Educação Executiva e Estratégica.

Ter um parceiro que dê tranquilidade nas atividades de DP é fundamental por uma questão de tempo e esforço. Existe muito retrabalho em atividades operacionais, além de oferecer aos profissionais tarefas que não rendem tanto no desenvolvimento de carreira.  A qualidade do serviço impacta diretamente na dimensão da estratégia do RH, então, a terceirização deve ser bem executada. “Uma férias não paga, por exemplo, se torna um transtorno. Uma pessoa reclamando sobre algo deste tipo gera um clima de insatisfação no RH e na empresa como um todo”, conta Sandra Lucena. Segundo a diretora, pelo fato do operacional ser repetitivo e rotineiro uma das vantagens ao terceirizá-lo é a eliminação de riscos.

Há uma tendência de empresas que se inserem em segmentos mais competitivos, como os de varejo e bens de consumo, terceirizarem os serviços operacionais de Departamento Pessoal. Quanto mais acirrada a disputa de mercado, mais a organização deve ser focada na estratégia do RH a fim de desenvolver pessoas cada vez mais capacitadas. “As grandes empresas nacionais e multinacionais são as que mais trabalham desta maneira. Cerca de 70% da nossa carteira de clientes são deste perfil e confiam em nossos serviços para focar justamente em todas as ações estratégicas”, relata Lucena.

Perfil profissional


O profissional que atua na área operacional, não precisa, especificamente, ter formação em RH. Atualmente, as universidades capacitam e formam profissionais muito mais voltados ao lado estratégico das organizações, como desenvolvimento e retenção de talentos. Na grade curricular de uma faculdade, existe baixa ênfase em temas relacionados a Departamento Pessoal.

Não existe uma formação específica para atuar na parte operacional do RH, tanto que os profissionais, geralmente, se desenvolvem ao longo da experiência. “O profissional da área deve ter conhecimentos em contabilidade, direito e finanças, pois a folha de pagamento é o maior custo que, geralmente, uma corporação tem”, aponta Sandra. Luiz Claudio Binato concorda e diz que quem atua em DP vai precisar continuar sabendo sobre legislação trabalhista e fiscal, mas não precisa de uma formação em RH.

*Esta matéria foi publicada no site da Catho Online, no dia 24 de agosto de  2012.
 

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