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16/05/2013

Pesquisa mostra perfil de CEOs

Uma pesquisa feita pela Hogan Assessments, representada no Brasil pela consultoria Ateliê RH, revela o perfil de CEOs. O estudo realizado na Nova Zelândia teve como base na análise de três características distintas: a personalidade, os valores e os defeitos dos executivos. 

De acordo com o levantamento, em geral, os CEOs são pessoas estáveis, maduras, competitivas, socialmente competentes, voltadas a resultados, um pouco mais criativas e muito mais conscientes do momento em que se encontram do que qualquer outro profissional.  Os valores dos CEOs mostram uma mistura entre estabilidade e mudança. Estes executivos são mais conservadores que a maioria das pessoas – respeitam a hierarquia e a tradição mas, ao mesmo tempo, são voltados a novidades e inovações. 

“Os CEOs não são como os mortais gerentes. São muito mais ambiciosos, competitivos e confiantes do que qualquer outro profissional. São focados em obter resultados, e obviamente, gostam de estar no poder, de ter status e de estar no topo. Mais do que qualquer um de nós, os CEOs são completamente voltados ao trabalho e são mais sérios que divertidos. Eles são praticamente a representação da palavra foco”, afirma Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê RH.  

O estudo classificou alguns subtribos de CEOs, ou seja, grupos de executivos que se assemelham por suas características.  

Alfas – Os CEOs “Alfa” são caracterizados por um alto nível de energia e ambição, e são o grupo mais dinâmico. Eles têm as características clássicas de um líder – são interessados em resultados, status, hierarquia e pelas atividades comerciais de base da empresa. Também são bastante criativos e inclinados ao risco. Esse grupo também possui características que fazem com que sejam pessoas de fácil acesso, inspiradores e hábeis na formação de alianças. 

“Cérebros” – A principal característica desses líderes é sua inteligência acima da média. Se os Alfas tiveram uma grande contribuição do seu carisma e foco para chegar à liderança, os “cérebros” chegaram lá por serem mais espertos e por serem especialistas em seu campo. Confiantes  e bem comportados, são menos interessados em poder e posição que os Alfas e mais atraídos por questões técnicas e comerciais. São bem analíticos e focados. Algumas pessoas tendem a ter a imagem de que esses líderes são tecnocratas. 

Pragmáticos – Esses CEOs costumam ser práticos, bastante realistas em suas visões, e até um pouco duros.  São menos sociáveis e mais reservados, e são pouco suscetíveis aos sentimentos das outras pessoas, a hesitações ou a indefinição quanto a um número de possibilidades. Eles não costumam ficar paralisados sem conseguir tomar uma decisão, mas também não escolhem um caminho a seguir de forma precipitada. São sensíveis e não gostam de se arriscar. Não são carismáticos como os Alfas e podem ser considerados pessoas difíceis. 

Características negativas 

O estudo também analisou os principais fatores que podem atrapalhar a carreira de um CEO. De maneira geral, a pesquisa identificou dois comportamentos que tiram estes executivos dos trilhos do sucesso: 

 Os arrogantes – pessoas cujo perfil se destaca pela arrogância podem ser muito carismáticas e chamadas de “líderes natos” por algumas pessoas, além de ter muita energia para o trabalho. Entretanto, em situações em que se sentem ameaçadas, revelam seu pior lado: esperam admiração e sucesso em tudo o que fazem. Se suas expectativas não são alcançadas explodem em reações narcisistas. O excesso de autoconfiança conduz essas pessoas à recusa em aceitar seus fracassos e erros, tornando difícil o aprendizado, além de sobrar culpa para quem estiver por perto. Ainda que esses CEOs atraiam muitas pessoas – afinal, gostam de testar limites e aceitar riscos, por outro lado, o time tende, com o tempo, a se cansar deles. Esses executivos têm dificuldade em gerenciar o seu tempo, constantemente sobrecarregam seu staff e tomam atalhos.

 Os melodramáticos – esperam sempre ser o centro das atenções e são bons em chamar atenção sobre si mesmos. Eles têm um bom perfil para carreiras que pedem uma intensa exposição pública com talentos para a dramaturgia aplicada. Entretanto, esses profissionais também são péssimos ouvintes, impulsivos e imprevisíveis; como gestores acabam não dando espaço para seu pessoal brilhar, pois os holofotes precisam tem apenas um foco – sua grandiosidade. 

*Esta notícia foi publicada Isto É Dinheiro

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