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28/03/2013

O desafio: integrar alimentação saudável com atividades físicas

 

Diante de dias tão agitados, principalmente para aqueles que trabalham fora de casa, está cada vez mais difícil manter um nível de qualidade de vida satisfatório. Algumas premissas básicas para uma vida saudável como alimentação correta e prática de atividades físicas são quase que inexistentes.

De acordo com uma pesquisa realizada no ano passado pela revista “The Lancet”, 49,2% da população brasileira é fisicamente inativa, ou seja, não pratica atividades físicas. Segundo estudo feito pelo Ministério da Saúde, 34,6% da população não dispensam gorduras em seus alimentos, isto significa que boa parte da população brasileira não anda com seus hábitos alimentares saudáveis em dia.

A interferência do saudável na produtividade

Ter uma alimentação saudável aumenta a produtividade do indivíduo proporcionando mais disposição para a realização de suas atividades corriqueiras. De acordo com a nutricionista Ligia Alvarenga da Energia Viva, empresa especializada na realização de programas empresariais relacionados à saúde, “a alimentação influencia no estilo de vida de um indivíduo, pois geralmente este possui menos queixas de problemas de saúde, além disso, a alimentação saudável é o melhor caminho para prevenir doenças. Para um trabalhador que precisa de energia, disposição, concentração e ânimo para desenvolver bem suas tarefas, uma alimentação equilibrada os beneficia com todas estas características.”

Atividades Físicas no combate a doenças

Não apenas uma alimentação balanceada é responsável pela qualidade de vida do profissional, outros fatores também estão correlacionados. É o caso da prática de atividades físicas que aumentam a perda de calorias, fortalece o coração, os músculos, combate a depressão, desenvolve a mente e a capacidade intelectual.

Para compor um cenário propício de uma vida saudável, a coordenadora de Qualidade de Vida da Energia Viva, Daniele Sampaio Carneiro garante que atividades físicas como caminhada, natação, musculação, danças e atividades esportivas em geral sempre orientadas por profissionais são excelentes para elevar o condicionamento físico. Já para o trabalhador, a coordenadora aconselha a Ginástica Laboral, “esta é a mais indicada por conter exercícios específicos para cada área de trabalho, onde os principais objetivos é melhorar a condição fisiológica, promover o relaxamento físico e mental, diminuir o estresse e as doenças ocupacionais, além de melhorar o clima organizacional e a qualidade de vida dos trabalhadores.”

Por se tratar do rendimento e produtividade de seus profissionais, as corporações passam a trazer para si a responsabilidade de introduzir a qualidade de vida na população da empresa. “Aplicar programas que incentivam uma vida mais saudável e menos estressante é totalmente positivo para as organizações. Além do mais, evita uma série de gastos com profissionais que podem ser afastados de suas funções por recomendações médicas (uma vez diagnosticados com problemas de saúde ligados a pressão no trabalho ou sedentarismo).

Investir em programas de qualidade de vida para os profissionais que visam diminuir o sedentarismo e incentivar a nutrição significa moderar uma série de custos e manter a sinistralidade dos planos de saúde em equilíbrio. O objetivo das organizações precisa estar alinhado com todas as ações efetivas da empresa para que assim a cultura organizacional fique cada vez mais forte e que exerça grande influencia para o público interno.
 

*Equipe de conteúdo ProPay.

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