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17/04/2013

Mentalidade global do gestor brasileiro pode ser melhorada

 

O nível de mentalidade global do executivo brasileiro, entendida como a sensibilidade de entender outras culturas e se adaptar a elas, está num patamar alto, mas pode ser ainda mais desenvolvido.

Em uma escala que vai de 1 a 7, esse fator alcança, na média, 5,6 pontos, segundo análise feita pela Fundação Dom Cabral, em parceria com a Universidade do Alabama, dos Estados Unidos.

A mentalidade global está associada a diversos itens, como o interesse do executivo por outros países, o conhecimento do contexto mundial, o gosto por desafios, a abertura às mudanças e a vivência prolongada em outro país.

Os gestores globais avaliados na pesquisa são responsáveis por coordenar atividades internacionais e estão em contato permanente com outras culturas. A FDC ouviu 332 executivos com esse perfil de 22 companhias.

No geral, eles se considerem bem preparados para socializar com pessoas de outros países e confiam na sua habilidade de se ajustar a culturas pouco familiares. Porém, deixam a desejar no que diz respeito ao conhecimento do sistema legal e econômico, de artes e ofícios de outras culturas.

Mesmo assim, este é um profissional cada vez mais requisitado pelo mercado, embora seja de difícil retenção por ter uma empregabilidade muito alta, conforme avalia Lívia Barakat, coordenadora da pesquisa e professora da Fundação Dom Cabral.

Diferencial competitivo

Os números apontam que 76% das empresas brasileiras em processo de internacionalização possuem em seus quadros a figura do gestor global. São em média 87 profissionais deste tipo para cada companhia.

De acordo com o estudo, a mentalidade global pode se tornar uma vantagem competitiva para as companhias em processo de internacionalização. “Profissionais globais com um maior nível de mentalidade global tendem a ser mais satisfeitos no trabalho, mais comprometidos, com melhor desempenho e mais aptos a exercer uma liderança transformacional, isto é, mais capazes de influenciar positivamente as suas equipes para atingirem desempenhos superiores”, acrescenta Lívia.

Ainda segundo a pesquisa, os gestores de multinacionais expatriados tendem a ter a mentalidade global melhor desenvolvida, se comparada com a dos não expatriados.

*Esta notícia foi publicada no site Você RH em 12 de abril de 2013.

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