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03/04/2013

HP revela suas estratégias em gestão de pessoas para 2013

 

Operando em 170 países, a empresa de tecnologia HP conta hoje com mais de 100 mil funcionários no mundo todo e apresenta um desafio: antes de encontrar alguém do mercado, aproveitar os talentos internos. “Há cinco anos, 70% das vagas da HP eram preenchidas por profissionais externos. Nossa estratégia caminha para revertemos esta porcentagem”, diz a gerente de recursos humanos da companhia, Larissa Forte. 

Nos últimos cinco anos, segundo Larissa, a HP investiu cerca de US$50bi em aquisições. Isto influenciou diretamente no aumento do quadro de funcionários que passou de mil para nove mil colaboradores, no Brasil. “Além disso, trocamos cinco vezes de CEO, o que impactou diretamente nossas pessoas. Passamos por uma fase bastante turbulenta até que, em 2012, Meg Whitman assumiu a liderança da HP”. 

Meg decidiu resgatar o DNA da companhia, adormecido depois de tantas aquisições e mudanças de lideranças, trazendo de volta um programa implantado pelos fundadores Bill Hewlett e David Packard, o HP Way Now. “Começamos a nos questionar quais motivos faziam com que os profissionais escolhessem trabalhar na HP e não nos concorrentes. Foi quando decidimos repensar nossa estratégia de gestão de pessoas”.

Educação e reconhecimento integram o pilar estratégico

A CEO Meg Whitman acredita que, ao ensinar o DNA da companhia às suas pessoas, de executivos a técnicos, comunicar assertivamente todos os públicos e reconhecer as contribuições realizadas por seus profissionais, vai potencializar o desenvolvimento de talentos e suprir as oportunidades internamente. “Em 2013, a HP decidiu atuar em três pilares estratégicos: educação, comunicação e reconhecimento”, explica Larissa. 

O resgate do HP Way Now está dividido nas categorias formal, que contempla a divulgação da descrição de cargo, das metas e métricas de RH. Contudo, 80% da estratégia estão canalizadas no campo informal, o qual influencia diretamente a mudança de cultura, conforme explica a gerente de recursos humanos. O gestor vai trabalhar com a política de portas abertas e receber o funcionário sempre que necessário. 

“As práticas são simples. Identificamos pessoas que são apaixonadas pela HP, que têm orgulho da marca, cujas famílias conhecem e se relacionam com a companhia. Reuniremos estas pessoas aos profissionais novos de casa para conversar e refletir sobre alguns assuntos referentes à companhia, mediada pelo presidente da HP Brasil, Oscar Clarke”. 

Outra ação adotada foi o alinhamento entre os vice-presidentes de todas as áreas de negócio da empresa para definir os novos comportamentos de lideranças adotados. “Teremos ainda sessões virtuais, jogos e quiz, além de uma rede social interna na qual colocaremos todas as informações do funcionário, inclusive o plano de carreira”, conta Larissa Forte. 

A HP vai investir, ainda, em ações de reconhecimento para celebrar o tempo de serviço do funcionário, premiar os melhores pontuados por seus gestores, gratificar os pares de atuação e reconhecer aqueles que desenvolveram projetos significativos à empresa. “O desafio deste ano é alinhar os programas que já temos a estes valores e comportamentos”, finaliza.

A entrevista foi realizada no “Fórum: Gestão Estratégica para Gestão de Pessoas”, realizado pela revista T&D Inteligência Corporativa.

*Por Layla Comunicação, assessoria de imprensa 

 

 

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