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14/01/2014

E o que eles querem é se desenvolver

Os tempos mudaram e com eles também a percepção de encontrar o local ideal para se trabalhar. Isso é sentido nos jovens que, mais do que uma oportunidade de trabalho, buscam uma empresa que invista no seu crescimento profissional. A tão falada Geração Y tem pressa, almeja assumir cargos de liderança em um curto espaço de tempo e, além disso, conta com a organização para atingir esses objetivos de carreira.

Essa discussão sobre a busca constante por desenvolvimento profissional não é de hoje. Porém, com as mudanças ocorridas nos perfis dos jovens, ter como medir seus anseios contribui para que as empresas saibam e possam dar a devida atenção a eles. A pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, realizada pela Cia de Talentos, traça anualmente o perfil dos jovens que estão no mercado de trabalho e quais são suas principais metas para a carreira.
  

A edição de 2013 contou com a participação de mais 52 mil jovens de países da América Latina, inclusive do Brasil, e constatou que esses profissionais trazem uma postura mais ativa diante de suas perspectivas. Foi constatado que a quantidade de jovens que ficaria por mais de 20 anos na empresa dos seus sonhos era a mesma que em 2011 (41%) e o fator preponderante para que isso seja possível está no desenvolvimento profissional (46%). Mas até onde eles pretendem chegar se, ao entrarem ainda jovens um uma organização, 41% deles almejam assumir um cargo de liderança entre dois a três anos de empresa?


Vale lembrar que a busca por cargos assim está inteiramente ligada ao desenvolvimento profissional. E para alcançar essa meta os jovens afirmam que o investimento em pós-graduação (62%) e em experiências que agreguem valor (43%) são primordiais. A presidente da Cia de Talentos, Maíra Habimorad, explica que uma das alternativas para alcançar os anseios desse público é investir em programas de estágio e de trainees. "Eles estão cada vez mais unificados para que, além de otimizar os investimentos em treinamento, seja possível atender com mais agilidade às expectativas de desenvolvimento desse público".

Segundo ela, nesse contexto, os líderes devem se preocupar em conhecer bem cada jovem de sua equipe, para dar o devido suporte e mostrar o caminho, caso necessário. "Todas essas mudanças causadas pela entrada desses jovens no mercado de trabalho podem ser vistas nas empresas. Já é possível perceber uma maior preocupação em realmente criar uma linha de sucessão, uma estrutura de liderança. Por isso, as empresas precisam encontrar suas próprias soluções para manter esses jovens engajados. Não adianta eles terem todo o suporte se não sentirem prazer no que fazem. Por isso, o ideal seria a construção de um plano de desenvolvimento lado a lado com o gestor", completa.

*Esta matéria  foi publicada no Site Melhor Gestão de Pessoas

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