Gente&Conteúdo

06/04/2016

Dia Mundial da Atividade Física – Movimentar o corpo é fundamental para a saúde

O Diagnóstico Nacional do Esporte, pesquisa encomendada pelo Ministério do Esporte em 2015, revela dados preocupantes. Quase metade da população entre 14 e 75 anos, cerca de 67 milhões de pessoas (45,9%), não pratica nenhum tipo de atividade física.

Movimentar o corpo é fundamental para o corpo e para a mente. Além de prevenir doenças, principalmente ligadas ao excesso de peso, como a hipertensão e a diabetes, o exercício regular desencadeia uma série de adaptações fisiológicas, psíquicas e sociais que proporcionam efeitos benéficos a saúde.

Danielle Cruz, coordenadora técnica do programa Academia da Saúde do Ministério da Saúde, explica os benefícios práticos no dia a dia. “De forma geral, a atividade física melhora o sono e a condição de física para realizar mais coisas. Diminui o cansaço, melhora o metabolismo e ajuda muito na socialização”, explica. Danielle ainda completa que a atividade não pode ser encarada como um medicamento. “A ideia é que a pessoa construa no cotidiano a importância da atividade física. Assim como ela faz intervalos para comer, ela tenha um tempo para a prática da atividade física como componente da saúde”.

Há seis meses, o vendedor Moacir Mendes de 67 anos incluiu a prática do tênis de mesa em sua rotina. “Já gostava do tênis de mesa e procurei uma escola para me aperfeiçoar”. Quatro vezes por semana, Moacir tem um encontro com as raquetes. “O resultado foi muito bom. Além de um exercício é uma atividade que me dá muito prazer. Notei não só uma melhora na questão física, mas como no relacionamento também. Hoje, tenho um grupo diferente, que vai além, só dos colegas de trabalho. A atividade acabou preenchendo outro lado da minha vida, o social”, conta.

Já na vida atleta da paralímpica Márcia Menezes, a atividade física passou de uma forma de perder os quilinhos extras ganhos na gravidez, para ser sua profissão. Ela teve sequelas nas pernas devido à poliomielite da infância e foi a primeira brasileira a ganhar uma medalha em um Mundial de Halterofilismo, em 2014. “A atividade física começou a fazer parte da minha vida mais velha. Tive dificuldades de perder o peso depois da gravidez. Entrei na natação mais por estética e em três meses aprendi a nadar e comecei a competir. Em 2006 conheci o halterofilismo e me apaixonei. Sempre gostei de exercício de força, mas achava que minha deficiência não permitia. Comecei fazendo sozinha na academia e hoje integro a seleção brasileira”, conta.

O esporte mudou a perspectiva de Márcia sobre o próprio corpo. “Pela dificuldade que tenho nos membros inferiores, sempre tive a parte de cima do corpo mais forte. Quando era adolescente, sentia vergonha do meu braço que era mais desenvolvido que o das outras meninas, não usava regata de jeito nenhum. E quando eu entrei no esporte, passei a sentir prazer em usar regata e mostrar que eu sou forte mesmo. Vou treinar de qualquer forma, mesmo nos dias que eu não estou me sentindo bem. Sinto falta de ir”.

*Fonte: Blog Ministério da Saúde

Clientes

Conheça quem hoje faz a história da ProPay ser um sucesso.

Sidel GS1 Decathlon Grupo Libra Pamcary DeVry Brasil Covidien Soter Alphaprint ESPRO Par Corretora de Seguros Canal Rural Sabó Brasil Máquinas Valeo
http://www.propay.com.br/