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26/07/2012

Campanhas contra a obesidade: quem elas devem atingir?

A formação dos hábitos alimentares se inicia nos primeiros anos de vida. Quem possui influência predominante e um papel imprescindível na vida dos baixinhos são os pais, são eles que introduzem os novos alimentos na rotina alimentar da criança, tendo a opção de oferecer alimentos com alta qualidade nutricional e evitando ou atrasando a oferta de doces e comidas com alto teor calórico.

Visto que os pais atualmente se deparam com uma rotina atribulada, acabam se rendendo aos famosos fast foods com comidas industrializadas, frituras, refrigerantes e alimentos com adições de açucares exorbitantes.

Em decorrência disso, o número de obesos no Brasil e no mundo só faz crescer, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) a população obesa no mundo já chega a 13%, sendo que obesidade é a causa da morte de 2,8 milhões de pessoas por ano.

Diante da iminência de doenças, a questão é: Você RH, o que tem há ver com isso e como influenciar uma população economicamente ativa com hábitos alimentares e físicos já estruturados?

A inversão

E se porventura houvesse uma inversão de papeis, onde os filhos exercessem influência sobre os pais? Pode ser o princípio da mudança, já que segundo pesquisa realizada pelo grupo americano Viacom, 60% das crianças e jovens de 11 países, incluindo o Brasil, influenciam os pais inclusive no que comem. Com esse alto índice de influênciabilidade, talvez o melhor caminho para atingir os pais seja através dos filhos.

Existem programas que combatem a obesidade em crianças, orientando-as sobre os distúrbios alimentares. Estas experiências são melhores disseminadas em decorrência da pouca idade, ou seja, na infância os hábitos alimentares estão se formando, então se torna mais fácil introduzir novas rotinas nutritivas. Os adultos, por sua vez, já possuem suas preferências alimentares constituídas e sólidas, portanto se tornando mais trabalhoso modificá-las.

Nas empresas

No mundo corporativo, os RHs precisam apostar na reeducação alimentar de seus profissionais para que a qualidade de vida se sobressaia. De acordo com o INSS, só no primeiro semestre do ano de 2011, cerca de 4.000 trabalhadores foram afastados do serviço por problemas de saúde provocados pela obesidade.

Por conseqüência desses dados e de outros análogos, talvez criar programas voltado para crianças acabem também por influenciar os pais, e quem sabe, fazendo disso, um trabalho de redução da obesidade uma ação conjunta.

Com um sistema familiar hierárquico enfraquecido, onde os filhos exercem delegações quase semelhantes a dos pais, reflexões desse gênero talvez inspirem os RHs a mudar o seu foco: substituir os adultos por um dos núcleos mais atuantes da nossa sociedade moderna, as crianças.

*Equipe de conteúdo ProPay
 

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