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18/02/2015

Como permanecer bem no mercado de trabalho

A demissão, assim como a contratação, transferência, promoção, expatriação, entre outras, é uma ocorrência que faz parte do contexto da relação capital e força de trabalho. E nem sempre acontece por causa do profissional. Há razões de ordem econômica, de mercado, de estrutura organizacional e tecnológica, por exemplo, que provocam mudanças nas empresas e que podem repercutir em demissões.

É fato que grande parte das empresas esgota todas as possibilidades antes de partir para a redução do número de colaboradores. Assim, comumente, o desligamento não é a primeira determinação em relação a um funcionário. Entretanto, a demissão - inesperada ou não - é uma experiência marcante para a maioria dos profissionais porque, além de ser um movimento de impacto na carreira, afeta o ego e a vida pessoal. Se considerado ainda o despreparo de algumas empresas no que tange a esta prática, ela pode se tornar traumática para sua equipe.

Num primeiro momento, a demissão, a contragosto do profissional despedido, traz consigo pelo menos cinco efeitos de grande carga emocional.

Um deles é o vazio causado por não fazer mais parte do cotidiano de relacionamentos, desafios, objetivos e planos da empresa na qual foram dedicados alguns ou muitos anos. Outro efeito é o da perda de parte de sua identidade, a identidade corporativa. Sim, porque, de repente, a pessoa deixa de ser o fulano da empresa tal, para ser, no melhor "corporativês", o fulano disponível no mercado.

Também é presença garantida um bombardeio de questionamentos acerca do próprio desempenho técnico e comportamental, que, além de afetar a autoestima, coloca em dúvida a competência profissional. As incertezas quanto ao futuro podem angustiar, tanto por causa da instabilidade financeira, como pela falta de previsão para se recolocar no mercado. Não menos importante, as possíveis interrupções nos projetos pessoais contribuem para o desconforto emocional.

O que fazer sobre tudo isso? Como agir após ser demitido?

É fato: os primeiros dias após a demissão não são o período ideal para iniciar o envio de currículos. 

Destaque: o ideal é não ceder ao impulso de desabafar falando mal da empresa, da chefia, dos colegas ou de assuntos confidenciais.

Importante: não isolar-se; ficar próximo dos familiares e amigos que podem dar apoio humanizará esse momento.

Na verdade, o passo fundamental é ter respeito por si próprio e buscar entender que, mesmo triste ou se sentindo injustiçado, a demissão é o final de uma etapa da carreira e não o fim da carreira em si.

Entendido isso, a melhor das opções é procurar se preparar para a nova etapa. Inclusive, com a dedicação a esse preparo, a carga emocional pós-demissão tende a diminuir.

Essa dinâmica implica em algumas ações "básicas", como:

- Organizar e planejar a vida financeira.

- Buscar saber os reais motivos que acarretaram a demissão. E, de forma imparcial e isenta de emoções, refletir.

- Rever e analisar os objetivos profissionais e de vida pessoal.

- Analisar os requisitos ora demandados pelo mercado.

- Fazer uma autoavaliação sobre o perfil profissional, para detectar pontos fortes e frágeis.

- Pesquisar cursos e/ou livros para atualização.

- Providenciar um bom currículo.

- Contar com o networking, sites de emprego e consultorias para potencializar a busca pela recolocação.

- Preparar-se para entrevistas, principalmente para se sentir confiante no momento de expor a experiência, as competências e explicar a demissão, quando questionado. 

- Analisar criteriosamente as oportunidades oferecidas.

Enfim, a demissão faz parte da vida profissional, ninguém está totalmente imune a ela e, apesar do impacto emocional, deve ser encarada como uma oportunidade de reflexão sobre a carreira e uma chance de começar uma nova etapa com muito mais experiência. Energizar-se por meio da fé e pela lembrança de suas conquistas e desafios vencidos fará toda a diferença neste momento. Boa sorte!

*Fonte: RH.com

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