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06/07/2012

A arte de equilibrar as gerações no trabalho

Centenas de novos profissionais se formam nas universidades do País a cada semestre do ano. Ao mesmo tempo, a perspectiva de vida do brasileiro está aumentando, o que significa que nossa População Economicamente Ativa (PEA), ou seja, aquela fatia da sociedade que trabalha, também vem registrando ano a ano um crescimento. Desta forma, deparamo-nos com um cenário cada vez mais formado por representantes de diferentes gerações.

Muito se tem falado sobre empresas que têm investido na contratação de profissionais com mais de 50 anos de idade, que estejam na ativa ou que já tenham se aposentado e tido um período de descanso. Isso acontece porque muitas companhias têm sentindo a necessidade de contar com profissionais mais experientes em seus quadros e que carregam um conhecimento mais profundo e abrangente, seja do setor em que atuam, seja na questão de lidar com imprevisibilidades do dia a dia.

Ao mesmo tempo, os jovens, recém-formados, estão com o fôlego e a vontade de “fazer acontecer” que as empresas tanto buscam e precisam, e com isso, cria-se no mercado espaço para que profissionais de todas as idades atuem.

É a união – e conjunção de competências e habilidades – dos chamados baby boomers (nascidos após a Segunda Guerra Mundial) e da tão falada Geração Y (nascidos nos anos 1980). Surge então a questão de como lidar e ajudar esses profissionais, com características tão diferentes, a se integrarem e a aprenderem a desenvolver um trabalho produtivo para a companhia?

É neste ponto que entram os líderes e gestores da companhia, uma vez que exercem um papel fundamental no engajamento, na distribuição de tarefas e até mesmo no relacionamento intrapessoal do grupo. Faz parte do dia a dia do líder identificar as qualidades de cada um dos representantes dessas gerações e integrá-las em prol do bom desempenho da equipe e, consequentemente, da empresa.

Enquanto os veteranos costumam ser mais ponderados e com tendência a desenvolver carreira na companhia, a Geração Y, por exemplo, quer agilidade e crescimento rápido. Essas diferenças culturais fizeram com que as empresas se adaptassem a novas necessidades, como o uso de tecnologias para aceleram a comunicação entre as áreas que compõem a empresa.

Hoje, não é mais incomum encontrar profissionais mais jovens como chefes dos mais experientes. Pelo contrário. Segundo a Consultoria Hay, até 2014, a Geração Y representará mais da metade da força de trabalho mundial. Ou seja, serão muitos jovens ocupando cargos altos e a característica dessa nova geração de profissionais certamente impactará na forma como o trabalho é desenvolvido.

Para os gestores que precisam lidar com esse cenário, a melhor dica é manter um diálogo aberto com toda a equipe, porque isso ajuda o líder a ouvir quais as perspectivas e aflições de cada um, ao mesmo tempo em que é possível alinhar expectativas. É importante, também, mostrar como cada uma dessas gerações é capaz de contribuir com o negócio, o que é esperado de cada uma delas e como, juntas, podem ser complementares e alcançar bons resultados.

*Sandra Lucena Souto é diretora Marketing e Novos Negócios da ProPay – consultoria, terceirizadora de Folha de Pagamento e Gestão de Benefícios.

 


 

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